segunda-feira, 4 de junho de 2018

O que é o exame de polissonografia e quando fazer


Hoje em dia, dá para fazer esse exame até mesmo em casa (Foto: Bruno Marçal/SAÚDE é Vital)
A polissonografia é um exame não invasivo que mede a atividade respiratória, muscular e cerebral (além de outros parâmetros) durante o sono. As informações são coletadas por sensores espalhados pelo corpo e analisadas por computadores que transformam os dados em padrões que descrevem em detalhes como é o descanso do indivíduo.
Para que serve
Para investigar possíveis distúrbios do sono. Geralmente é solicitado quando há sintomas como sonolência diurna excessiva, distúrbios respiratórios como roncos e apneia, alterações do ritmo cardíaco e síndrome das pernas inquietas. A polissonografia também flagra doenças como insônia, sonambulismo, bruxismo, terror noturno, narcolepsia e pode ser útil até no diagnóstico de fibromialgia.

Como é feita
A pessoa vai dormir na clínica, em uma sala monitorada e confortável, com os sensores fixados pelo corpo de maneira que não atrapalhem a movimentação durante a noite. Tudo para não interferir no sono e na coleta de informações.

Em alguns casos, pode ser feita a polissonografia domiciliar, tecnologia relativamente nova que leva o teste à casa de quem não consegue dormir fora, por exemplo. O exame dura o mesmo tempo de uma noite de sono. Ou seja, oito horas em média (entendeu o recado?!).

Os resultados
O especialista interpreta os registros da máquina. Como o sono é dividido em fases com características próprias, como movimentação dos olhos diferentes, o profissional leva em conta as particularidades de cada um desses estágios. A movimentação do corpo, o tempo efetivamente dormido, as batidas do coração, despertares noturnos e outras intercorrências também são contabilizadas.

Periodicidade
A polissonografia não faz parte de qualquer programa de checkup. Ela só costuma ser solicitada quando há suspeita de algum distúrbio.

APNEIA DO SONO E DOR DE CABEÇA


Apneia do sono e cefaleia tem estreita relação, dores de cabeça podem ser causadas pela apneia do sono.

O que é apneia do sono?

A apneia/hipopneia é definida como interrupção/diminuição do fluxo aéreo (respiração) que leva a queda do oxigênio no sangue e a despertares durante o sono.
As apneias podem ser central, obstrutiva ou mista. A apneia obstrutiva ocorre quando o fluxo de ar é interrompido e a pessoa apresenta um esforço inspiratório que interrompe o sono. A apneia do sono central se dá quando não ocorre fluxo nem esforço expiratório, é uma disfunção do sistema nervoso central, dos centros regulatórios da respiração no cérebro. A apneia  mista é quando ocorre a combinação das duas apneias, a central e a obstrutiva. As apneias do sono geralmente duram mais que 10 segundos e são considerados anormais quando ultrapassam a freqüência de 5/hora. Os malefícios da doença decorrem da soma de apneias ao longo de anos. O risco de morrer durante uma única apneia é pequeno, pois, após 20 ou 30 segundos ocorre o despertar e a respiração retorna.
Sintomas de apneia do sono. A apneia do sono pode se manifestar com vários sintomas, mas os principais são o ronco noturno, com pausas respiratórias e a sonolência diurna, com a tendência de cochilar durante o dia.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Hora de dormir.... eu pra cá e você pra lá.

Dormir separados

Dez, vinte ou quarenta anos se passaram e vocês podem ter acidentalmente caído em alguns hábitos na hora de dormir que não estão ajudando em seu casamento. Na verdade, eles podem o estar prejudicando. Você se identifica??? Com algumas sugestões simples, vocês poderão adotar modelos que beneficiem e fortaleçam seu casamento. Façam a experiência, vocês sabem que precisam. 1. Tenham um horário para dormir 2. Estabeleçam limites para a tecnologia 3. Estabeleçam um horário para conversar 4. Definam o tempo e a frequência para fazer amor 5. Determinem um tempo de silêncio para orar, meditar, refletir ou para pensamentos positivos 6. Façam questão de flertar, rir e se divertir juntos 7. Tornem o "eu te amo" a última coisa dita antes de dormir Criem um ritual, antes de dormir, que é especialmente seu por direito. O que quer que seja que vocês tenham escolhido para dizer ou fazer imediatamente antes de pegar no sono, certifiquem-se de dizer também "eu te amo" todas as noites.

terça-feira, 6 de março de 2018

Dúvidas em máscara de CPAP, qual devo usar?


Encontrando a máscara de CPAP certa


Como posso encontrar a máscara de CPAP mais adequada para o meu rosto e estilo de vida? Assim como o rosto das pessoas, as máscaras têm diferentes formas e tamanhos.
A maioria das máscaras cai em uma das seguintes categorias:
  • Máscara nasal (cobre o nariz)
  • Máscara de almofadas nasais (apoia-se nas narinas)
  • Máscara oronasal (cobre a boca e o nariz)
  • Qual máscara é melhor para mim?

    Essa decisão pode depender de como você respira quando está se tratando. Por exemplo, você respira pela boca e não pelo nariz ou tende a ficar com o nariz congestionado enquanto dorme?
    Se você souber que respirar pelo nariz usando uma máscara não é um problema, deve conseguir usar uma máscara nasal ou de almofadas nasais.
    Se você respirar pela boca (forma conhecida como "respiração bucal"), pode experimentar a máscara oronasal ou uma cinta de queixo para impedir que a boca se abra durante o sono.

    Como tratar a fuga pela boca

    A fuga pela boca acontece quando você dorme com a boca aberta, permitindo que o ar escape pela boca durante a terapia.
    Abrir a boca durante o sono pode ser por força do hábito ou porque o nariz está congestionado. A fuga pela boca pode ser muito desconfortável e deixá-lo(a) com a boca seca. (Também produz muito ruído; se não acordá-lo, poderá despertar quem dorme ao seu lado.)
    Para evitar isso, caso ocorra com certa frequência, você pode usar uma correia para o queixo para manter a boca fechada ou um umidificador para impedir a congestão nasal.
    Se a fuga pela boca ocorrer com frequência, poderá ser preciso usar uma máscara oronasal, que cobre tanto o nariz quanto a boca e, dessa forma, mesmo que você respire pela boca enquanto dorme, impede a fuga.

    Ajustando sua máscara

    O objetivo de obter um bom ajuste da máscara é conseguir uma vedação estável (de modo que não haja fuga), sem comprometer o conforto.
    Se houver fuga de ar pela máscara ou pela boca, você não vai usufruir de todos os benefícios da terapia.
    A melhor maneira de obter uma boa vedação é ajustar a máscara antes de conectar o tubo ou de ligar o dispositivo terapêutico. Não coloque a máscara com a pressão de ar ativa, pois isso pode dobrar ou torcer a almofada, o que pode gerar fugas.
    As dobras nas almofadas podem ser muito pequenas e difíceis de sentir, e a maioria das pessoas tende a reagir apertando a máscara em demasia para tentar obter uma boa vedação, o que pode se tornar muito desconfortável. O aperto excessivo da máscara também pode acarretar fugas e também deve ser evitado.
    Depois de posicionar a máscara corretamente sobre o rosto, ative o fluxo de ar. Pode ser preciso fazer pequenos ajustes com o dispositivo ligado para garantir que a vedação ainda está boa.
    É normal passar algum tempo no início ajustando a máscara corretamente. Você pode usar um espelho ou pedir a alguém para verificar se a almofada está posicionada corretamente.
    O ajuste incorreto acarreta muitos dos problemas que as pessoas têm com máscaras. Cada tipo de máscara tem uma sequência de ajuste específica, portanto, é melhor seguir as etapas descritas no seu manual do usuário ou nos vídeos.
    Quanto mais você puder se acostumar com a máscara, melhor. Pratique colocá-la, retirá-la e desprendê-la do tubo durante o dia, para se sentir confiante para fazer isso durante a noite, no escuro ou quando estiver cansado.
    Observe que não é esperado que você coloque a máscara perfeitamente da primeira vez. O ajuste perfeito leva algum tempo e, à medida que for se acostumando com a máscara, você vai encontrar sua melhor forma de ajuste.
    Lembre-se de que o seu profissional de saúde está sempre pronto para ajudá-lo a resolver os problemas.
    Também entre em contato com ele se estiver com dificuldades de obter uma boa vedação; você pode estar com a máscara errada ou o tamanho errado.

    Obtendo o tamanho de máscara correto

    Seu objetivo é obter um ajuste de máscara ideal e cômodo – nem muito frouxo nem muito apertado.
    Será difícil obter uma boa vedação e um ajuste confortável se o tamanho da máscara estiver errado.
    Se estiver com problemas com a sua máscara, consulte o Manual do Usuário para se certificar de que está fazendo o ajuste corretamente. Também é útil verificar se há dobras.
    Muitas pessoas podem colocar mais de um tamanho. Portanto, se a máscara ainda estiver apresentando fuga (especialmente em torno da ponte nasal, no caso de uma máscara nasal ou oronasal), pode ser útil experimentar um tamanho de máscara diferente para identificar a mais adequada.
    Não suponha que, se for homem, precisará de um tamanho grande ou, se for mulher, precisará de um pequeno. O tamanho da máscara depende de algumas medidas peculiares do seu rosto.
    Veja como ter certeza de que o tamanho da máscara está certo.

    A máscara está produzindo ruídos estranhos?

    Se a máscara estiver produzindo sons ruidosos que parecem gases expelidos, é provável que haja uma fuga. As máscaras de melhor ajuste podem ainda apresentar pequenas fugas, porém, no geral, as fugas devem ser mínimas em qualquer outro ponto que não seja o respiradouro. Você pode gerenciar pequenas fugas aprimorando sua técnica de ajuste. Leia o nosso manual para verificar se está ajustando a máscara corretamente.

    A máscara está deixando marcas no seu rosto?

    Se você costuma acordar com vermelhidão ou marcas na pele depois de usar a máscara durante toda a noite, tente ajustá-la para obter uma boa vedação com menos pressão sobre o rosto.
    Se isso não funcionar, aqui estão algumas dicas que você pode tentar:
    • Verifique se o tamanho da máscara está certo
    • Algumas máscaras disponibilizam envoltórios macios para as correias do arnês, que atuam como uma defesa adicional contra as marcas faciais.
    • Adicione uma camada acolchoada entre a almofada e a pele, usando os protetores nasais Gecko.
    • Se você estiver usando uma máscara nasal (que cobre o nariz) ou de almofadas nasais (que se apoia na entrada das narinas), alterne o uso de uma e outra. Isso pode aliviar a pressão sobre diferentes partes do rosto
    Consulte o manual do usuário para obter dicas que podem ajudá-lo(a) a resolver problemas associados a marcas faciais. Se você já tentou de tudo e ainda está com marcas vermelhas no rosto, contate o profissional de saúde ou o fornecedor do equipamento.

    Quando a máscara sofre desgastes

    É importante limpar a máscara de acordo com as orientações do manual do usuário, para obter o máximo desempenho do equipamento e, consequentemente, da terapia.
    Algumas pessoas tendem a querer manter os produtos antigos, em vez de experimentar outros mais novos. Se for o seu caso, você pode estar perdendo melhorias e soluções significativas para os desafios que enfrenta no tratamento. Na ResMed, estamos empenhados em melhorar continuamente os produtos que fabricamos e equipá-los com recursos para tornar o seu tratamento o mais confortável possível.
    Saiba quando e como limpar e substituir a sua máscara.

    Gerenciando o arraste do tubo

    "O arraste do tubo" ocorre quando o tubo exerce pressão sobre a máscara e afeta a vedação, provocando fugas. Se não perceber o que está ocorrendo, você poderá ficar apertando a máscara pelos motivos errados e provocando mais fugas.
    Muitas máscaras são projetadas para aceitar um certo nível de arraste do tubo. Com o dispositivo ligado, puxe delicadamente o tubo para sentir o que é o arraste do tubo.
    Mude a posição de dormir na cama para ver se o tubo permite espaço de movimento suficiente e qual o comprimento de tubo necessário. A maioria das máscaras dispõe de tubos mais longos em caso de necessidade.
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

COMO IDENTIFICAR O INFARTO


O infarto do miocárdio tem sintomas visíveis, por isso, as pessoas precisam estar atentas quando o corpo “falar”. A primeira pista de que a pessoa pode estar sofrendo um infarto é o grande desconforto causado por uma dor intensa sentida no centro do peito. Outros indícios são:
  • Dor para a mandíbula, pescoço, ombros e braços, principalmente o esquerdo;
  • Sensação de desmaio;
  • Suor excessivo;
  • Náusea e vômitos;
  • Falta de ar.
Este quadro significa que a situação é grave e a melhor coisa a fazer é buscar ajuda. Ao surgirem os primeiros sintomas, a pessoa deve procurar socorro imediatamente. Os cardiologistas usam a máxima “dor acima do umbigo é sinal de perigo”.

Como ajudar alguém que esteja apresentando os sintomas do infarto

Caso você esteja com alguém que apresente esses sintomas por mais de dez minutos, não perca tempo: procure socorro urgente. Enquanto a ajuda médica não vem, é preciso agir e o mais indicado é:
  • Tranquilizar e aquecer a vítima;
  • Salvo orientações médicas, não lhe dê nada de comer ou beber. Desde que a pessoa não apresente dificuldades para engolir e não seja alérgica, dê-lhe um comprimido de aspirina, que ajuda a prevenir coágulos sanguíneos;
  • Se a vítima desmaiar verifique sua respiração e seu pulso. Na ausência desses sinais vitais, comece imediatamente os procedimentos de recuperação cardiopulmonar e chame o serviço de emergências.

Caso a vítima seja você

  • Tossir com força, profunda e prolongadamente, várias vezes. Não se esqueça de inspirar antes tossir;
  • Procure ajuda para rápido transporte a um hospital.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Dormir mal leva a comer 385 calorias a mais no dia seguinte


Segundo uma análise de vários estudos, publicada o mês passado na European Journal of Clinical Nutrition, concluiu-se que quando uma pessoa dorme mal existe a tendência para consumir, em média, 385 calorias a mais no dia seguinte.
O que ajuda a explicar a associação dinâmica descrita por alguns autores entre a obesidade e distúrbios do sono.
A explicação para este fenômeno não é clara. Os responsáveis pelo estudo, de Inglaterra, apontam como possível explicação que áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa sejam ativadas quando uma pessoa que dormiu pouco contacta com comida.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O ronco pode causar separação de um casal?

O RONCO E O DIVÓRCIO, saiba como evitar esta crise pelo problema de saúde.

Dizem que uma das causas do divórcio é o ronco. Quando o casal ronca, com timbres e em tempos diferentes, a mútua perturbação noturna soa como um pacto secreto. É um caso raro de cumplicidade, em que os amantes são cúmplices até no sufocamento. Mas quando só um dos parceiros ronca, o desamor do outro cresce.

Antes do desamor, do ódio e da separação, há várias tentativas vãs. Exemplos: dormir em quartos separados; protestar contra a falta de sensibilidade do roncador (sejamos cavalheiros nesta terra de muitos machos brutos: só os marmanjos roncam); pedidos reiterados da vítima ao roncador para que este consulte um médico, etc.

Depois de problemas de dinheiro e infidelidade, o ronco aparece com a terceira maior causa de divórcio.

Todo mundo ronca. No entanto, existem roncos, chamados patológicos, que produzem tanto barulho que incomoda não apenas a quem está próximo do roncador, como as pessoas na casa e em alguns casos até os vizinhos, como é o caso de uma senhora inglesa, que ronca tão alto quanto o barulho de um jato voando baixo - ou seja 112 decibéis. Segundo a organização mundial de saúde, acima de 40 decibéis já é poluição sonora.

Este é um problema que atinge metade dos homens a partir dos 40 anos e um quarto das mulheres.

O barulho incomoda e faz acordar o parceiro que não ronca. Mas, não é esse exatamente o problema que leva ao divórcio, embora contribua. Afinal, quando o parceiro ronca muito, ou muito alto, os casais optam por dormir em lugares diferentes prejudicando não só a intimidade sexual como aquela conversa sobre as questões do dia na hora de dormir.

O problema maior está na qualidade do sono e em como esta afeta o humor do casal. Segundo a pesquisadora Rosalind Cartwright, do Centro Médico Rush, em Chicago, e uma das poucas cientistas do mundo a estudar a relação entre casamento e apneia do sono, os casais em que um dos parceiros ronca, costumam brigar ou ter mais desentendimentos que outros sem o problema.

Isso porque a cada ronco (são em média 300 por noite), tanto o roncador quanto o não roncador acordam e levam até 4 minutos para voltar ao estágio anterior de sono, o que acaba por subtrair 2 horas de sono por noite. Então, ao invés de dormir as 8 horas necessárias, a pessoa dorme apenas 6 horas. Enquanto que o roncador não percebe que acordou, o parceiro percebe e sofre. O resultado é cansaço, irritação, dificuldades para entrar em consenso e sensação de desigualdade em relação ao roncador.

O resultado em longo prazo é o desgaste da relação, brigas constantes e consequentemente o divórcio.

Este é um problema que pode ser evitado se ambos os parceiros estiverem dispostos a fazer algo a respeito.


Como contornar ou resolver o problema:


Embora esse problema tenha tão grande impacto que chegue a ser a terceira maior causa de divórcio, apenas 10% das pessoas procuram ajuda. Portanto, se você está passando por isso em seu casamento, tome já as seguintes medidas:


1. Se o problema está no parceiro, converse com ele


O ronco pode ter diversas causas e uma delas é a apneia do sono, que é uma parada respiratória provocada pelo fechamento da faringe causando dificuldade de oxigenação do sangue. Por isso pode ser um sinal de alerta importante.


Aborde o problema de maneira delicada com seu parceiro. Explique que ele está roncando muito e que isso pode ser um problema de saúde física ou emocional. Incentive-o a procurar um médico e verificar os fatores de risco para o ronco, bem como os efeitos desse sobre o organismo


2. Se você é o roncador


Se você é o parceiro que ronca e já está ciente disso, deve fazer o possível para contornar o problema para o bem-estar do parceiro e da relação. Portanto, procure um médico e verifique:


Peso


A natureza não preparou ninguém para ser obeso. Quando estamos acima do peso, as células gordurosas vão se formar também na região da faringe, dificultando a passagem do ar e causando uma vibração barulhenta.


Constituição do aparelho respiratório

Verificar os fatores de risco como adenoides, amígdalas grandes, recuo da base da língua e desvio de septo e até a constituição craniofacial - como o queixo retraído que pode agravar o ronco.


Refluxo gastresofágico


Este é um dos problemas que podem levar ao ronco, bem como a outros problemas mais graves como o esôfago de Barrett.


3. Evitar maus hábitos


Álcool e cigarro irritam a faringe, fazendo com que ela inche e, claro, causando o ronco. Também deve-se evitar dormir de estômago cheio e de barriga para cima, que faz com que a língua retraia e feche a passagem do ar. Dormir de lado é a melhor maneira de facilitar a respiração.

A apneia pode ter consequências na saúde como pressão alta, problemas do coração e morte súbita, que só poderão ser detectados pelo médico. Não deixe de consultá-lo.